Plataformas de E-commerce: entenda as diferenças entre gratuitas, alugadas e próprias.

Começar uma operação de venda na internet pode parecer uma atividade simples, ao menos é o que muitos sites prometem quando clicamos nos anúncios de “monte sua loja em 5 minutos”.

Sim, exise uma infinidade de empresas que oferecem serviços de e-commerce expresso, onde realmente é possível começar a vender com certa facilidade. Mas, você sabe as diferentes modalidades de plataformas? Entenda um pouco mais a diferença entre elas nesse texto.

Plataformas de e-commerce gratuitas

As plataformas ditas gratuitas normalmente não tem nenhuma taxa de adesão ou setup, o usuário acessa a ferramenta, se cadastra, e em pouco tempo está usandoa  plataforma.

Entretanto essas plataformas são limitadas em diversos pontos, seja no layout e ferramentas de customização, no número de formas de pagamento disponíveis ou até mesmo o número de produtos que podem ser cadastrados. As limitações podem mudar de empresa para empresa, mas sempre haverá alguma.

Agora, uma pergunta: a plataforma é realmente gratuita? Afinal, a empresa que a disponibiliza também necessita de retirar sua renda de algum lugar.

O mais comum nas versões “gratuitas” é a cobrança de comissão sobre as vendas. Assim, sempre que sua loja realiza a venda de um produto a plataforma receberá uma parte. Eles podem também disponibilizar a plataforma gratuitamente como “trial” ou teste. Então, após 30 dias de uso, ela passará a ser paga; nesse caso ou o lojista paga a taxa, ou não poderá mais utilizar aquela loja.

Plataformas do tipo open source (código aberto) também são classificadas como gratuitas, afinal, o código principal pode ser baixado gratuitamente sem período de testes ou comissão.  Mas é necessário que ela seja montada do zero, o que normalmente requer mão-de-obra especializada, além de investimentos em infraestrutura para colocar a loja online.

Plataformas de e-commerce alugadas

Plataformas  disponíveis para locação já tem toda a infraestrutura pronta para que a loja fique online. As empresas que oferecem esse tipo de serviço tem um sistema padronizado que pode ser ofertado com pequenas modificações e adições (diferentes planos).

Além de algumas opções de design e navegação, os planos oferecidos pelas empresas podem agregar outros tipos de serviços. Atualizações de sistema, cadastro de formas de pagamento, inserção de produtos e até mesmo alguns relatórios de performance podem estar inclusos nos serviços.

É sempre importante estar atento a uma coisa: a loja virtual alugada sempre estará hospedada no servidor da empresa que você contratou. Em caso de mudança de fornecedor ou migração para uma plataforma própria, o cliente  pode solicitar apenas o banco de dados do sistema.

Plataformas de e-commerce próprias

A classificação de “plataforma própria” é bem ampla, afinal, aqui vale tanto para uma plataforma que você construa do zero, quanto para uma plataforma open source que esteja totalmente customizada para o seu negócio.

Customizar uma ferramenta pode facilitar, e muito, a operação da sua loja virtual. O desenvolvimento de filtros, agrupamentos e aplicação de regras em massa para produtos pode poupar muito tempo de gerenciamento.

Talvez, outro ponto tão importante quanto o da personalização da plataforma, seja a questão de que o banco de dados também fica em seu poder. Assim, você retem todas as informações necessárias do seu negócio.

Como ficou claro, não existem plataformas totalmente gratuitas, o que existem são custos ou investimentos que você será obrigado a fazer para que sua loja permaneça em atividade. Pesquise, avalie os prós e contras e o custo total para funcionamento da da loja em determinada plataforma.

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